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sexta-feira, 13 de abril de 2012

Curvas do caminho


    Olá,
     Feliz ano novo! 
     Lá se foram quase cinco meses sem uma única linha escrita neste blog. Cadê a promessa dos 10 posts? Esqueci por um momento, pra ser mais exato, por cinco meses. O bom é que a memória tarda mais não falha, ou isso seria a justiça. Não, é a memória mesmo. A justiça muita das vezes tarda e falha. Mas enfim, aqui estou eu outra vez.
    Muita coisa aconteceu durante esse tempo. Coisas boas e ruins. Coisas ruins sempre acontecem. Não tem jeito. E tenho que aprender lidar com elas sem achar que aquilo só acontece comigo, que a vida é uma droga, que o bom é não viver. Coisas boas também sempre acontecem, a diferença é que você precisa correr atrás delas. Pra minha felicidade ela não é nem uma maratonista. 
     Estou de volta! 
     Acho que é hora de mudar o tom. É hora de gastar a vida.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Depois que a música parou


This Romeo is bleeding
But you can't see his blood
It's nothing but some feelings
That this old dog kicked up - Always

      Não sou de reclamar, pelos menos com veemência,  nem da vida nem de coisas que realmente merecem que eu despeje um pouco de minha acidez acumulada. Se eu reclamasse da vida toda hora, Deus poderia jogar um punhado de raios na minha cabeça e uma mão cheia de areia nos meus olhos. Daria razão a ele. Afinal, tenho uma vida razoavelmente equilibrada.

      Mais como aqui é um lugar da mais irracional franqueza, cabe um desabafo: PQP! Será se ainda pode piorar? Se sim, dá pra deixar pra 2013? Preciso de um bom 2012. Definitivamente, esse não foi um bom ano. E ainda não acabou. Pelo menos até que alguém me prove do contrário, não foi. Separações, doenças, mortes, quase mortes, acidentes, planos, planos, planos e mais planos jogados no lixo. Tem que diga que a vida é assim mesmo. Feita de altos e baixos e de idas e vindas. De fato são coisas que acontecem e vão continuar acontecendo. Só queria que acontecessem de forma aleatória e não em seqüência como o tiro de uma metralhadora M60 daquelas do Rambo. Será se é pedir muito?

     Hora de abandonar o navio, pular do bonde, usar o pára-quedas reserva ,desconectar, aprender dizer "não" e reclamar. Os tiros foram certeiros. Na mosca. No alvo.

domingo, 6 de novembro de 2011

Plantar uma arvore, escrever um livro e ter um filho

     Há um ditado popular que diz que o homem pra ser homem, e aí me refiro ao ser humano e não ao sexo masculino, tem que plantar uma arvore, escrever um livro e ter um filho. Posso dizer, que sou um terço de homem. Já plantei uma arvore.Aliás, várias. Então posso dizer que sou um pouquinho mais que um terço. Escrever um livro e ter um filho são coisas pra um futuro ainda não visualizado.

     Belo ditado, que não sei de onde e nem de quem veio. Se eu o tivesse escrito, não seriam só três coisas. Acho que no minimo umas quinze. E entre elas estaria escrever um blog. As outras onze coisas ainda não viraram necessidades. Assim que forem aparecendo vou enumerando-as.

     Ao certo é que sempre quis ter um blog, embora sempre achei que não tinha capacidade pra ter um. Ainda continuo achando. Mas decide fazer assim mesmo. Nas ultimas semanas, as mudanças na minha vida deram uma acelerada. Já que é pra mudar as coisas então vamos lá.

     A partir de agora é tudo sem censura. Sem frescura. Sem medo. Sem receio. Agora é primeiro eu.
Isso não é e nem vai se tornar um diário. Mas vai trazer percepções pessoais sobre tudo aquilo que vivo, gosto e tenho contato e aprendo. Quero refletir, me divertir e me distrair com isso aqui. Espero passar dos 10 posts.

     Ufa! pensei que não ia conseguir.

     Massa. Isso é cibercultura.

     Valeu!